Dizem que toda mãe é igual, mas, embora 99,9% delas tenham na ponta da língua a frase “leva um casaquinho que vai esfriar”, a gente sabe que não é bem assim. Cada uma tem suas características e, no segundo domingo de maio, Dia das mães, é o momento de celebrar todas!

Uma das mães que mais merece um chamego é aquela que, sem ajuda, se desdobra para cuidar sozinha dos filhos. Elas não são poucas! Uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas mostrou que 15% dos lares brasileiros são liderados por mães solo. São 11 milhões de mulheres no país que, diante da ausência paterna, lutam para criar seus filhos.

E, embora não seja possível mensurar em números um outro tipo também é bem comum no Brasil: a mãe superprotetora. Bastante representada em livros, peças e filmes, elas têm características bem marcantes. São atentas a cada passo dos filhos, mesmo quando se trata de adultos. Tem que diga que o cuidado excessivo delas sufoca, mas há outro lado também: quem não gosta de ser paparicado?

Do lado oposto das superprotetoras, há também as mães que encorajam seus filhos a se aventurarem, incentivando as descobertas. Muitas vezes, o lema dessa turma é “deixa que ele aprenda sozinho”. A autonomia é um bom presente que esse tipo de maternar lega aos filhos.

Nem sempre é fácil manter a paciência em dia quando a sobrecarga, com cuidados com os filhos, a casa e o trabalho, é grande. No Dia das mães, que tal oferecer um alívio na rotina, seja com um vale-massagem ou com uma viagem? E nem precisa gastar para ajudar: que tal se oferecer para cozinhar o jantar pelo próximo mês inteiro?

E domingo não esqueça também das outras mães, que distribuem afeto e amor. Faça uma homenagem às avós, tias, madrinhas… Reconhecer o valor dessas mulheres é o melhor presente, em todas as datas.

Parabéns a todas!

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