Aquela dorzinha que aparece do nada pode se transformar em um problema grave sem que percebamos. Para evitar este tipo de desconforto, a fisioterapia, que estuda e cuida dos movimentos humanos, pode ser uma grande aliada.

Para celebrar quem desenvolve terapias e exercícios voltados para pessoas que enfrentam diferentes tipos de limitações, foi criado o Dia Mundial da Fisioterapia, comemorado em 8 de setembro.

Além de ajudarem a aliviar dores articulares ou para tratarem uma lesão, os fisioterapeutas também auxiliam pacientes recém-saídos de uma cirurgia que precisam de reabilitação, assim como aqueles que necessitam de tratamentos preventivos. A fisioterapia é fundamental para o restabelecimento da nossa capacidade física, da nossa produtividade e do nosso convívio social pleno e saudável.

Um dos principais focos da área são as contusões relacionadas às doenças ocupacionais, como a lesão por esforço repetitivo (LER). Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde aponta que casos de LER acometem 58,4% dos trabalhadores do Sudeste. Os setores de indústria, comércio, alimentação, transporte e serviços domésticos são os mais impactados.

Você já parou para pensar como surgiu a fisioterapia? Os estudos sobre o assunto são muito antigos e começaram na Grécia Antiga. Mas foi a partir das duas Grandes Guerras Mundiais do século XX que os especialistas começaram a aperfeiçoar o atendimento. A grande quantidade de feridos e pessoas com sequelas durante os dois conflitos exigiu dos profissionais o desenvolvimento de técnicas mais eficazes. Esse aprendizado nos campos de batalha foi aplicado, posteriormente, em hospitais e clínicas em todo o mundo.

No Brasil, a fisioterapia chegou em 1929, quando esse tipo de atendimento passou a ser oferecido pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. O primeiro curso foi inaugurado, anos depois, em 1959. E apenas em 1969 a profissão foi definitivamente regulamentada no país.

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