Doenças intestinais: Saiba quais são as mais comuns e seus sintomas, diagnóstico e tratamento.

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Azia, queimação, gases e outros desconfortos costumam nos atingir frequentemente. Às vezes por ter comido algo que não fez bem ao organismo ou por outros motivos, sendo bastante incômodo. Porém, esses sintomas podem significar problemas mais graves, necessitando cuidados médicos intensos e até mesmo cirurgias.

Certas doenças intestinais são muito mais comuns do que se imagina e podem ser facilmente curadas a partir de tratamento com medicamentos e mudança nos hábitos diários como por exemplo, uma dieta mais saudável e a prática de exercícios, evitando o consumo exagerado de gordura, sal, açúcar e ingerindo alimentos ricos em fibras, proteínas e outros nutrientes. Mas quais são as principais doenças do intestino? E quais seus sintomas?

Muitos podem ser os problemas de ordem intestinal, dentre as mais corriqueiras podem-se ser citadas a doença de Crohn, a síndrome do intestino irritável, a retocolite ulcerosa e a obstipação. Alguns dos sintomas são bem comuns entre as citadas, que além da dor abdominal que está presente em todas, podem apresentar: diarréia, febre, distensão abdominal, aumento na frequência de evacuações, constipação, estomatite e até mesmo emagrecimento.

O diagnóstico se dá a partir de exames minuciosos como a colonoscopia com biópsia ou o exame histopatológico do tecido biopsiado. Uma tomografia de abdome também pode ser utilizada na avaliação. Ao informar ao seu gastroenterologista sobre tudo que está sentindo, ele prescreverá os exames que julgar necessário e, quando identificada a causa real do seu problema, iniciará o tratamento. Ainda assim, há um grande problema quando se trata da saúde, principalmente do intestino, como a automedicação. Ao ingerir remédios sem prescrição, você pode causar outros problemas bem mais graves a sua saúde, sendo necessários maiores gastos com tratamento, medicação, exames e afins.

Portanto, pratique esportes, não fume, alimente-se melhor e, com o auxílio de seu médico, complemente sua dieta com vitaminas A, E, K e do complexo B. Ferro, magnésio e ácido fólico também são nutrientes muito bem vindos. E não esqueça, qualquer sintoma persistente deve ser avaliado bem de perto pelo especialista. Não deixe que se torne algo mais grave.

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